quinta-feira, 9 de outubro de 2014

AGORA VAI...

...NEM QUE A VACA TUSSA!



Faz tempos que venho pelejando com essa biografia do grande LEANDRO GOMES DE BARROS e até agora, mais de dez anos de luta, ainda não arranjei um editor interessado. Aliás, apareceram uns editores querendo fazer o livro mas as condições eram tão precárias que preferi adiar. Agora peguei "a dente de cachorro" e pretendo fazer até o final deste ano, com ou sem editor. Estou apelando para PATROCINADORES e irei bater na porta de todos os amigos, de entidades e instituições que sabem o valor da cultura brasileira e a importância deste grande poeta.
Quem quiser adquirir exemplares antecipados para revenda, a preço de ocasião, entre em contato pelo e-mail: acordacordel@hotmail.com

Se a vaca tossir, o negócio é fé em Deus e pé na tábua!


Você, amigo leitor do blog, pode OPINAR. Qual a melhor combinação de cores? 
Primeira ou segunda opção?



Arievaldo Vianna

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CORDEL EM PORTO ALEGRE





Arievaldo Viana ministra oficina Cordel 

na sala de aula na Feira do Livro


Escritor, poeta popular, radialista, ilustrador, chargista e xilogravador, o cearense Arievaldo Viana ministrará na 60ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre a oficinaCordel na sala de aula, no dia 13 de novembro, às 18h, na Sala de Vídeo.
Viana, que já escreveu mais de 100 livretos de cordel e publicou, como autor e ilustrador, cerca de 30 obras – sendo cinco lançadas em 2014 –, trará para a Feira as experiências do projeto Acorda Cordel na Sala de Aula, a partir do livro homônimo de 2005Em pauta, as origens de cordel, suas modalidades, principais expoentes e regras básicas. “Tudo isso
com
 interatividade com o público e, no final, faço uma aula-espetáculo declamando alguns clássicos do gênero”, explica o cordelista.

Criado em 2002 em Canindé, no Ceará, o projeto propõe a utilização da poesia popular como ferramenta auxiliar na educação, através de oficinas de capacitação para professores e de cursos de iniciação à Literatura de Cordel para educadores e estudantes, assim como de estudos a partir da linguagem e informações diversas contidas nos folhetos.
O crescente interesse pela Literatura de Cordel pode ser medido pelo avanço do projeto em outras cidades cearenses, assim como em outros estados, e pela participação do autor em evento literários em todo o Brasil. Em 2014, Viana virá para a Feira do Livro pela terceira vez.
Segundo ele, um ponto alto  das participações anteriores foi o lançamento de alguns folhetos pela editora Corag, com adaptações de contos de Simões Lopes Neto para o cordel, além do Estatuto do Idoso e do Estatuto da Criança e do Adolescente nesse formato. “Gosto muito da receptividade do povo de Porto Alegre e da forma como a Feira [na Área Infantil e Juvenil] vem sendo organizada pela Sônia Zanchetta e toda a sua equipe. Espero dar continuidade ao meu projeto editorial nas editoras do Rio Grande Sul, pois sou fascinado pela cultura gaúcha e, principalmente, pelos livros do escritor Simões Lopes Neto, que tenho adaptado para o cordel”, conta.
A atividade integra a programação do ciclo A Hora do EducadorAs inscrições podem ser feitas pelo e-mail visitacaoescolar@camaradolivro.com.br. É necessário informar nome completo, profissão, e-mail e telefones
Do Sertão para o mundo
Nascido no Sertão Central do Ceará, criado com feijão de corda, cuscuz e rapadura, à luz de lamparina e bebendo água de pote, como faz questão de ressaltar na sua biografia, Viana é mais do que conhecedor, é um apaixonado pela poesia popular nordestina.
Alfabetizado em meados da década de 1970, graças ao valioso auxílio da Literatura de Cordel, teve como referência o seu pai, Evaldo Lima e sua avó, Alzira de Sousa Lima, que liam folhetos de cordel em voz alta para ele e outras crianças da família.
Uma vivência que virou marca do seu trabalho. “Minhas primeiras incursões no mundo das letras já estavam relacionados com o cordel. Em 1986, lancei uma HQ intituladaCanindé – da lenda à realidade, que mesclava a linguagem dos quadrinhos com a literatura de cordel. Nos anos seguintes, publiquei algumas crônicas em jornais e revistas e alguns folhetos de cordel que resolvi enfeixar num livro chamado O Baú da Gaiatice (hoje na terceira edição), que foi um sucesso. Em 2002 surgiu o projeto Acorda Cordel na Sala de Aula e começaram a surgir convites de editoras para publicação de textos em cordel no formato livro infantojuvenil ilustrado”, lembra.
“A princípio, houve alguma resistência por parte de pesquisadores alegando que isso descaracterizaria o cordel. Isso não é verdade. O que determina a autenticidade do cordel é a sua LINGUAGEM e não seu SUPORTE. 
Eu
 sempre procurei ser fiel à escola de Leandro Gomes de Barros e José Pacheco da Rocha, pioneiros e grandes expoentes desse gênero”, defende.

Em 2000, Viana foi eleito para a cadeira de número 40 da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, cujo patrono é o poeta João Melchíades Ferreira (1869 – 1933), um dos pioneiros desse gênero.  Em 2002, conquistou o prêmio Domingos Olimpio de Literatura, promovido pela Prefeitura de Sobral-CE, com uma adaptação do romance Luzia Homem para o cordel.
O autor já recebeu selo “altamente recomendável” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e teve livros incluídos no catálogo da Feira Internacional do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, na Itália, uma das mais importantes do mundo. Alguns dos seus livros também foram adotados pelo Ministério da Educação (MEC), através do PNBE (Programa Nacional da Biblioteca Escolar). São eles: A Raposa e o Cancão (Editora IMEPH, 2007), Ilustrado por Arlene Holanda, A ambição de Macbeth e a maldade feminina (Editora Cortez, 2009), ilustrado por Jô Oliveira, João de Calais e sua amada Constança (Editora FTD, 2012), em parceria com Jô Oliveira. Lançado em 2014 em parceria com Arlene Holanda, O beabá do sertão na voz de Gonzagão (Editora Armazém da Cultura), também integra a relação.
Mais sobre a Literatura de Cordel
Considerada a mais legítima manifestação cultural do povo nordestino, a Literatura de Cordel representa um poderoso veículo de comunicação de massas. Oportunamente batizada de “professor folheto”, foi responsável, durante muitos anos, pela alfabetização de milhares de nordestinos, constituindo, em muitos casos, o único tipo de leitura que tinham acesso as populações rurais na primeira metade do século 20.
A poesia popular nordestina, que ainda sobrevive nos dias de hoje, é herdeira direta da tradição grega, eivada de influências dos trovadores medievais da Península Ibérica. Essa poesia, antes difundida pela tradição oral, passou a ser publicada sistematicamente a partir da última década do século 19, pelo poeta paraibano Leandro Gomes de Barros.
Aliás, o poeta, que completa 150 anos de nascimento em 2015, é tema de uma biografia ainda inédita de Viana, intitulada Leandro Gomes de Barros – Vida e Obra.
Para saber mais sobre Literatura de Cordel, acesse o blog do autorhttp://www.maladeromances.blogspot.com.br/.
Capa de O Besouro, de Arievaldo Viana.
Capa de O Besouro, de Arievaldo Viana.
Arievaldo Viana apresenta a oficina Cordel na sala de aula.
Arievaldo Viana apresenta a oficina Cordel na sala de aula.

Fonte: http://www.feiradolivro-poa.com.br/noticias/arievaldo-viana-ministra-oficina-cordel-na-sala-de-aula-na-feira-do-livro

domingo, 7 de setembro de 2014

O NETO DE PEDRO MALAZARTES


MALAZARTES - Ilustração de Jô Oliveira


Pedro Malazartes, ilustração de Klévisson Viana


No "Romance da Pedra do Reino" mestre Ariano Suassuna cita diversos folhetos, dentre eles esse divertido cordel de Luiz Rodrigues de Lira - A VIDA DE JOÃO MALAZARTES, cem por cento ambientado no Nordeste Brasileiro. A cena destacada por Suassuna é o encontro de João com um simplório português, a quem convence passar pimentas malaguetas no próprio fiofó:



A vida de João Malazarte

Luiz Rodrigues de Lira
Quem nunca leu a história
Do tal João Malazarte
Aproxime-se e ouça
O valor de sua arte
O ente mais presepeiro
Conhecido em toda parte.

Morreu Pedro Malazarte
Porém deixou o seu neto
De presepada e mentira
O João ficou completo
Nos lugares que andou
Não ficou ninguém quieto.

(...)

Devido às trelas, João
Apanhava todos dia
Porém não se emendava
No lugar aonde ia
Fazia grande alvoroço
E para casa corria.

João Malazarte um dia
Encontrou-se com um padre
Disse: abença meu padrinho
Mamãe a sua comadre
Mandou eu passar o dia
Com vacê na santa madre.

O padre levou João
Porque tinha um afilhado
Porém não o conhecia
Chegou bastante cansado
Deitou-se na sacristia
Ferrou num sono pesado.

Enquanto o padre dormia
João se achando só
Melou a cara do padre
De rouge, batom e pó
Depois destrancou o cofre
Tirou dinheiro sem dó.

Um gato do capelão
João pode agarrar ele
Fez um facho de molambo
Amarrou na cauda dele
Ensopou de querosene
Depois tocou fogo nele.

O padre estava dormindo
Não viu João fazer nada
O gato enguiçou ele
Com a cauda incendiada
Trepou-se no altar-mor
Fez uma grande zoada.

Incendiou-se o altar
Cobriu-se todo em fumaça
João disse: seu padre acorde
E pule pela vidraça
Se não o gato lhe morde
E o senhor se desgraça.

O padre se acordou
Naquele grande alvoroço
Correu atrás de João
Para cortar-lhe o pescoço
João na frente gritava
— O bom eu levo no bolso.

Adiante João entrou
Na casa de uma velhinha
O padre parou na porta
João saiu na cozinha
Entrou numa capoeira
Que por trás da casa tinha.

Reuniu-se o pessoal
Pra saber do ocorrido
O padre todo melado
Cansado e aborrecido
Um rapaz disse: Seu padre
O seu rosto está tingido.

Uma moça anarquista
Dessas que tem no Brasil
Perguntou ao capelão:
— Vai dançar hoje, seu Gil?
O senhor ainda é padre
Ou velho de pastoril?

(...)

Nisso João Malazarte
Sua marcha continua
Dizendo: Não me interrompa
Com essa besteira sua
O meu pai disse que eu
Não demorasse na rua

O guarda disse: Seu corno
Está com malcriação
João lhe disse: respeite
O filho de um barão
Se eu contar ao meu pai
Você vai para a prisão

O guarda ficou com medo
Deixou João ir embora
No fim da rua João
Encontrou uma senhora
Disse: Abençoa, minha tia
Como vai? Aonde mora?

A mulher disse: Estou boa
Moro ali numa choupana
João disse: Eu vou agora
Conhecer sua cabana
E também com a senhora
Eu vou passar a semana

A mulher tinha um sobrinho
Parecido com João
Morava no Cariri
Na fazenda do Grotão
Levou ele para casa
Chamando-o Sebastião.

A mulher era viúva
Tinha uma filha mocinha
João perguntou: Titia
Como se chama a priminha.
A velha disse: Menino
Esta não é Terezinha!

Depois da ceia a viúva
Perguntou: Sebastião
O teu pai ainda é dono
Da fazenda do Grotão
João disse: E ele vende
Aquela situação?

Ele fez uma igreja
No pé de um grande monte
Um jardim e um banheiro
Na margem de uma fonte
No jardim tem uma estátua
Apontando o horizonte.

Quando vem rompendo o dia
Que a passarada canta
Surge uma grande alegria
Todo povo se levanta
E pra adorar o santo
Vai à igrejinha santa.

Quando João se calou
Perguntou-lhe Terezinha
— Sebastião, tu me levas
Pra eu ver a igrejinha
E também passar uns dias
Com minha prima Julinha?

João lhe disse: Pois não
Estou pronto pra levar
Se titia consentir
Você pode se arrumar
A velha disse: Eu consinto
Nele eu posso confiar

João consigo dizia
— A garota é bonitinha
A velha é besta demais
Pensa que é tia minha
Presta confiança a mim
Eu ajeito esta bichinha

A mulher disse a João
Quando ele foi embora
— Você leva Terezinha
Porém volte sem demora
Só passe por lá um mês
João disse: Sim, senhora.

João largou-se no mundo
Com destino ao sertão
Foi parar em Vila Bela
Liso, sem um só tostão
Lá empregou Terezinha
Para apanhar algodão.

Passou o resto do ano
Terezinha não voltou
A mãe dela impaciente
Para fazenda rumou
Deu a jornada perdida
Porque não a encontrou.

(...)

Chegou no Seridó liso
Não tendo do que viver
Arranjou umas pimentas
E foi pra feira vender
Porém no caminho fez
Um português se morder.

Encontrou um português
Com um jumento acuado
Carregado com panelas
Sobre o caminho parado
E português dando nele
Porém o burro emperrado.

João disse: Camarada
Eu tenho um remédio aqui
Deu-lhe as pimentas dizendo
— Como este nunca vi
Esfregue no fundo dele
Depois puxe-o por ali.

Ele passou as pimentas
No lugar que João mandou
O jumento deu dois coices
Que a cangalha virou
As panelas se quebraram
E o burro desembestou.

João disse ao português
— O jumento já correu
Com o remédio no fundo
Ele desapareceu
E você só pega ele
Se também passar no seu.

O pobre do português
Para pegar o jumento
Passou a pimenta ardosa
No lugar que sai o vento
João disse: oh! cabra besta
Desgraçaste o fedorento.

Quando o português sentiu
O ardor no fiofó
Puxou a faca da cinta
João disse: Fique só
Duma carreira que deu
Foi parar em Mossoró.

(...)

Fonte: www.jangadabrasil.com.br

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

DIA DO FOLCLORE

FOLCLORE EM COREL

Cabeça de Cuia, Boto cor-de-rosa, Papa-figo
Curupira, Mula sem cabeça e Lenda da Iara

Versos de Moreira de Acopiara (Manoel Moreira Júnior)
Ilustrações de Arievaldo Viana


FOLCLORE, O QUE É?

Folclore é o conjunto
Das crenças e tradições;
Conhecimentos do povo,
Lendas e superstições,
Adivinhas, festas, causos,
Poesias e canções.

São anedotas, são gestos,
E histórias que causam medos;
Cantigas, jogos, parlendas,
Artesanatos, brinquedos,
Brincadeiras, danças, contos,
Vestuários e segredos.

São orações e crendices,
São ditados populares...
E ele está muito presente
Nos mais diversos lugares,
Desde as mais simples moradas

Aos mais suntuosos lares.

(...)

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

SÁBADO, NO MERCADO CENTRAL



Lançamento do cordel
MANUAL DE ANATOMIA CEARENSE
PARA MÉDICOS CUBANOS

- Evento com Entrada Franca.
- Dia: 09/08/2014
- Horário: 11h
- Local: Mercado Central de Fortaleza
- Endereço: Avenida Alberto Nepomuceno, n° 199 - Centro.
- Informações: 3252-2215

PRESENÇA DOS AUTORES.


O programa Mais Médicos, do Governo Federal, gerou polêmica ao trazer médicos de Cuba. Os adversários do Governo alegam, dentre outras coisas, que os médicos da terra de Fidel Castro não iriam compreender o nosso linguajar, cheio de neologismos e termos não dicionarizados. Levando a coisa para o terreno da sátira, os poetas Pedro Paulo Paulino e Arievaldo Viana idealizaram esse prático MANUAL DE ANATOMIA CEARENSE que define nomes populares de várias partes do corpo humano e as principais doenças que atacam o povo nordestino.

TRECHOS:

Setecentos municípios
Desta nação brasileira
Não têm um médico sequer,
Muitos nem têm enfermeira.
Sem ter pra quem apelar
Muitos vão se consultar
Com raizeiro ou parteira.

As premissas de Hipócrates
Para muitos são lorotas.
Tem médico que se recusa
Passar por dentro de grotas,
E diz: - Não vou trabalhar
Naquele horrendo lugar
Que Judas perdeu as botas!

Pois já que os daqui desprezam
A nossa população,
Sem atender todo o mundo,
Como manda a profissão,
Foi necessário importar
Médicos de outro lugar,
E eu pergunto: “Por que não?!”

Assim, vamos ajudar
Da maneira mais decente,
Informando aos novos médicos
Como aqui se fala a gente
Acerca de anatomia,
Conforme este nosso guia
Que segue daqui pra frente.

O crânio se chama quengo,
É onde fica a moleira,
O pau da venta e os beiços,
Caixa dos “zói”, ou viseira.
Tudo em riba do pescoço
Que pode ser fino ou grosso
Em cima da “Cantareira”.

A íris, bila dos zói,
A coluna é espinhela,
Tem o osso do vintém
Bem no final da canela;
O rádio é cana do braço,
Cervical é espinhaço
E abdômen, titela.

Tem o Tum-tum ou cangote
E mais abaixo as “apá”.
A espinhela e as “cruz”,
Mucumbu, o que será?
E o tal osso da bacia?
Faz parte da Anatomia
Do povo do Ceará.

Atenção, doutor cubano,
É preciso que lhe diga:
Se o paciente queixar-se
De dor no pé da barriga,
Não tem o menor segredo
Pode receitar sem medo,
Remédio contra lombriga.

(...)

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

NA FLIPINHA 2014



NOTÍCIAS DA FLIP 2014, DE PARATY-RJ

Na manhã desta sexta-feira, 1/8, quem esteve na Biblioteca Casa Azul para encontrar as crianças foi o autor de cordel Arievaldo Viana. Estreando na Flipinha, ele disse estar adorando cada momento.
Havia alunos da escola Ethos de Paraty e também da Barra Grande. Como houve atraso por conta do som, as crianças perderam um pouco do foco no autor e se divertiram muito com os livros. Não foi muito fácil reverter a situação, mas Arievaldo não se importou, afirmando que seria um crime tirar a atenção de uma criança que está ligada em um livro porque é um momento em que ela está justamente descobrindo o mundo.
“A criança que tem contato com livros desde pequena tem a curiosidade despertada e se interessa pelo mundo, pelas coisas da vida. Isso ajuda na formação do caráter dela”, comentou o autor.
Mas em poucos minutos todas as atenções se voltaram para ele, que fez sua leitura em forma de cordel. As crianças se divertiram, riram muito com a linguagem que ouviam, uma novidade para elas e para muitos dos adultos presentes.  
“É muito bom. Gostei muito. A gente nunca teve isso aqui, só na televisão”, disse Heloá Souza, 8 anos, aluna da Ethos. A coleguinha Yasmim Belo, 9 anos, entrou na conversa para dizer que é  muito bom ler. “A gente se diverte lendo.”
“É maneiro”, “legal”, “encontrar um escritor incentiva a gente a pegar nos livros”, disseram Miguel, Henrique e Caíque, três alunos da escola da Barra Grande.

Reportagem e fotos, Branca Otero

FONTE: http://www.flipinha.org.br/noticias/mostra.php?id=295


Na Casa da Criança de Patitiba (Paraty-RJ)


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Novidades da FLIP 2014



Acompanhe as novidades da FLIP 2014 de Paraty-RJ aqui e no blog MALA DE ROMANCES: www.maladeromances.blogspot.com.br

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI:
http://www.paraty.com.br/flip/programacao.asp

AUTORES CONVIDADOS DA FLIPINHA:
http://www.flipinha.org.br/noticias/mostra.php?id=259